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Atualizado: 1 hora 1 minuto atrás

Cedeplar promove seminário nesta quarta para debater diversificação e sofisticação da economia mineira

ter, 28/03/2017 - 12:14

Acadêmicos e gestores estarão reunidos nesta quarta, 29, na Faculdade de Ciências Econômicas (Face), campus Pampulha, para debater diversificação e sofisticação da economia mineira. O seminário será no Auditório 1, das 9h30 às 19h, com transmissão ao vivo pela internet.

O evento, que integra as comemorações dos 50 anos do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional de Minas Gerais (Cedeplar), da UFMG, terá participação de representantes da Fapemig, Codemig, Fundação João Pinheiro e pesquisadores da UFRJ, Unimontes, Unicamp, Unesp e UFMG, entre outras universidades. A promoção é do Cedeplar, Fundação João Pinheiro e governo de Minas Gerais.

Os expositores vão tratar de aspectos com oportunidades e limites, distritos industriais como instrumento de desenvolvimento regional e mudanças recentes nas interações entre as atividades industriais e de serviços.

De acordo com a professora Fernanda Cimini, uma das organizadoras do evento, a iniciativa é desdobramento de projetos desenvolvidos no estado, com participação da UFMG, que tratam de distritos industriais e sofisticação da economia mineira. Serão apresentados resultados de pesquisas realizadas com a plataforma Dataviva, de dados econômicos de fácil visualização, criada pelo governo mineiro, com apoio da Fapemig, para embasar políticas de desenvolvimento.

Após as mesas, será lançado o livro Economia da Ciência, Tecnologia e Inovação – Fundamentos teóricos e a economia global, organizado pelos professores Marcia Rapini e Eduardo Albuquerque e pelo pesquisador Leandro Silva , todos da UFMG. O livro, que preenche lacuna da literatura em português, é dirigido a alunos de graduação e pós-graduação.

Conheça a programação:

Abertura
9h30 às 10h30

Heber Pereira Neves, gerente de Inovação da Fapemig
Roberto do Nascimento Rodrigues, presidente da FJP
Mônica Viegas Andrade, diretora do Cedeplar
Representante da Codemig

Mesa 1: Novos caminhos para a sofisticação da economia mineira
10h às 12h

Coordenador: Renato Garcia (Unicamp)
Expositores:
Sara Gonçalves (Unimontes) – Padrões sistêmicos de inovação em Minas Gerais
Elisa Rocha (FJP) – O uso da Plataforma Dataviva para identificar oportunidades de diversificação da economia mineira
Marcia Rapini (Cedeplar) – Distritos industriais como instrumento de desenvolvimento regional e industrial

Almoço
12h às 14h

Mesa 2: Cadeias Globais de Valor: Oportunidades e limites para Minas Gerais
14h às 15h30

Coordenadora: Janaina Ruffoni (Unisinos)
Debatedor: Gustavo Britto (Cedeplar)
Expositor: José Eduardo Cassiolato (IE-UFRJ) – Cadeias globais de valor e inovação

Mesa 3: Indústria e serviços: desafios para a sofisticação econômica
16h às 18h
Coordenador: Eduardo Albuquerque (Cedeplar)
Debatedor: Ricardo Ruiz (INDI e Cedeplar)
Expositores
Rogério Gomes (Unesp) – Mudanças recentes nas interações entre as atividades industriais e de serviços: 1995 e 2010
Ana Paula Avellar (UFU) – Desafios para a produtividade, competitividade e inovação

Coquetel de lançamento do livro Economia da Ciência, Tecnologia e Inovação – Fundamentos teóricos e a economia global
18h
Expositora: Marcia Rapini (Cedeplar)

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Espetáculo de dança e teatro que valoriza os sentidos será apresentado amanhã, no auditório da Reitoria

ter, 28/03/2017 - 11:29

Camila Rocha

Victor Alves (à esquerda) e Oscar Capucho

O espetáculo Sentidos é a atração do Quarta Doze e Trinta de amanhã, 29, no auditório da Reitoria, campus Pampulha. Com dança e teatro, o espetáculo, protagonizado pelo coreógrafo Victor Alves e pelo ator Oscar Capucho, põem em perspectiva dois corpos com vivências e aptidões físicas e artísticas distintas, estabelecendo comunicação entre si e com o espaço à sua volta. A apresentação terá início às 12h30, com entrada gratuita.

Lançando mão de apelos auditivos e olfativos em cena, Sentidos valoriza o sistema sensorial humano para além da visão, traçando um caminho que busca expandir as percepções do público e ampliar sua compreensão acerca da riqueza da diversidade.

Formado em Teatro pela UFMG, Capucho estreou profissionalmente em 2012, no espetáculo Desassossego em branco, ao lado de Renata Mara. O ator ficou cego aos nove anos devido a um deslocamento de retina e integrou em 2016 a cerimônia de abertura das Paralimpíadas do Rio de Janeiro. Victor Alves é bailarino, coreógrafo e diretor da Laia Cia. de Danças Urbanas.

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Dona Jandira recebe Dona Elisa e Rita Silva em show no Quarta Cultural

ter, 28/03/2017 - 11:18

Berton do Nascimento

Dona Jandira somente iniciou sua carreira, de forma oficial, aos 65 anos

Em comemoração ao mês das mulheres, o Quarta Cultural desta semana vai receber o projeto Encontro de Compositores com Dona Jandira. O show, que terá a participação das cantoras Dona Elisa e Rita Silva, além de outros músicos convidados, será realizado amanhã, 29 de março, a partir das 12h30, no Conservatório UFMG. A entrada é gratuita.

Dona Jandira nasceu em Maceió, Alagoas. Aos 76 anos de idade e apenas dez de carreira, a cantora contabiliza mais de 200 apresentações. Em agosto de 2008, lançou seu primeiro CD, em que interpreta clássicos de artistas como Lupicínio Rodrigues, Ary Barroso e Ataulfo Alves.

Dona Elisa é natural de Águas Formosas, no Nordeste de Minas e compõe desde os nove anos. No primeiro Concurso de Músicas Carnavalescas em Santa Luzia, em 2002, foi classificada com duas músicas: Bahia Belô, ou Santa folia, e Com ou sem fantasia. Pela Escola de Samba Cidade Jardim, ganhou, em 2010, o concurso de samba enredo com a composição 50 anos de Brasília e sua criação, em parceria com Domingos do Cavaco.

Rita Silva Já cantou em corais, atuou em grupos de teatro e participou de shows e CDs, ao lado de Helena Penna, Acácio Lopes, Mara de Aquino, Foka Senna, Jorge Dissonância e o grupo As Donas da Voz, com o qual vem realizando espetáculo As ayabas.

O Conservatório UFMG fica na Avenida Afonso Pena, 1534, Centro.

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UFMG sediará congresso internacional sobre relação entre dança, autismo e educação

ter, 28/03/2017 - 06:36

Foto: Lise Gaudaire

Nos dias 17, 18 e 19 de abril, a UFMG recebe o congresso internacional Autismo, dança e educação: poéticas da autoralidade, que reunirá pesquisadores que, mundo afora, vêm investigando formas alternativas de trabalhar com crianças, jovens e adultos autistas, no campo da arte e da educação.

O congresso é coordenado por Anamaria Fernandes Viana, professora do curso de licenciatura em dança da Escola de Belas Artes. A vice-coordenadora do evento é Mônica Rahme, da Faculdade de Educação (FaE).

Segundo a organização, a proposta do evento é promover discussões sobre a arte “como espaço de autorialidade, que articula criação e autopoieses, na busca por uma abordagem do autismo que considere o corpo como elemento fundamental de intervenção na perspectiva do laço social”.

A programação do congresso será distribuída entre o Centro de Atividades Didáticas 2 (CAD 2), Escola de Belas Artes e o Cinema Belas Artes, onde haverá sessões comentadas de vídeos sobre dança e autismo.

O Belas Artes fica na Rua Gonçalves Dias, 1.581, Funcionários. Na Escola de Belas Artes, as atividades serão realizadas na sala Otávio Cardoso, do Teatro Universitário.

A programação – que conta com conferências, debates, mesas-redondas, workshops e sessões comentadas de vídeos – está disponível no site do evento, onde também podem ser consultados o valor das inscrições e indicações de hotéis na cidade.

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Planetário e fachada digital do Espaço do Conhecimento vão projetar produção da UFMG; inscrições até quinta

ter, 28/03/2017 - 06:27

Divulgação / Espaço do Conhecimento
Até quinta-feira, 30, interessados em divulgar resultados de pesquisas científicas de qualquer área do conhecimento, por meio da linguagem audiovisual, podem enviar propostas para a ocupação do planetário e da fachada digital [foto] do Espaço do Conhecimento da UFMG. A chamada, que tem como tema A pesquisa científica e cultural, é parte das comemorações do aniversário de 90 anos da UFMG e é aberta a professores, alunos e servidores técnico-administrativos,

As propostas devem se apropriar do meio audiovisual para divulgar a produção científica e cultural da UFMG em linguagem acessível ao público leigo. São elegíveis vídeos, animações, peças de motion design, conjuntos de imagens estáticas (como ensaios fotográficos ou ilustrações), conteúdos sonoros, documentários e filmes de ficção, entre outras produções. Os projetos devem atender aos critérios estabelecidos no regimento interno do conselho do planetário e da fachada digital.

Pode se inscrever qualquer pessoa com mais de 18 anos, e a submissão de projetos desenvolvidos em grupo deve ser feita por um de seus integrantes por meio de formulário eletrônico.

No caso de materiais já finalizados, o link para avaliação do produto final deve ser disponibilizado. Para conteúdos em desenvolvimento, é necessária a apresentação de elementos de pré-produção que proporcionem o entendimento da proposta, como roteiros, estudos, diagramas, rascunhos, storyboards, teasers e trechos do material bruto ou fotografias.

As propostas serão avaliadas pelo conselho curatorial do planetário e da fachada digital, que poderá selecionar tantas quantas considerar adequadas e aptas a integrar a programação. O resultado será divulgado em 31 de maio.

(Com Assessoria de Comunicação do Espaço do Conhecimento UFMG)

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Professora da Comunicação fala hoje na Fafich sobre direito à educação bilíngue

ter, 28/03/2017 - 06:16

Site do grupo de Pesquisa em Mídia e Esfera Pública / UFMG

Regiane integra o Grupo de Pesquisa em Mídia e Esfera Pública

O Programa de Pós-graduação em Ciência Política promove, hoje, 28, a partir das 17h, mais um encontro da série Postdoctoral Talks. O tema desta edição é Representação política não eleitoral na perspectiva sistêmica: um estudo sobre os surdos e suas lutas pelo direito à educação bilíngue, que será abordado pela professora Regiane Lucas Garcêz, do Departamento de Comunicação Social. Coordenado por professores e pesquisadores de pós-doutorado em Ciência Política, o evento será realizado no auditório Professor Baesse, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).

Regiane é doutora, mestre e jornalista pela UFMG. Suas pesquisas abordam a interface entre mídia, lutas por reconhecimento, representação política, esfera pública, ativismo e movimentos sociais.

Mais especificamente, a professora se interessa pelos processos comunicativos que envolvem a temática das pessoas surdas e com deficiência nos movimentos sociais, nas organizações, nas redes sociais e nas arenas públicas. Regiane Lucas também estuda a acessibilidade nos meios de comunicação.

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Empresa júnior promove evento sobre empreendedorismo em saúde, esporte e lazer nesta semana

ter, 28/03/2017 - 06:14

Possibilidades de empreendedorismo na área de saúde, esporte e lazer serão tema de evento que será realizado quinta, 30, e sexta, 31 de março, a partir das 13h, no auditório principal da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO).

A programação inclui palestras de gestores de negócios em áreas como futebol, ergonomia, fisioterapia, pilates, musculação e clubes recreativos. Os organizadores pretendem estimular o empreendedorismo e promover a troca de informações entre profissionais e estudantes.

A iniciativa é da Ativa Jr, empresa júnior da Escola, em parceria com a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae).

As inscrições devem ser feitas neste link; a programação e outras informações estão disponíveis na página do evento no Facebook. Serão emitidos certificados de participação.

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Pianista Ana Claudia de Assis, professora da Escola de Música, seleciona obras para CD e concertos

ter, 28/03/2017 - 05:56

Foca Lisboa / UFMG
A pianista Ana Claudia de Assis [foto], professora da Escola de Música da UFMG, vai selecionar peças para executar em concertos e gravar em CD. Chamada para essa finalidade foi lançada pelo Projeto Vertentes, com apoio do Departamento de Fomento e Incentivo à Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte.

Os compositores candidatos devem ser naturais ou residentes há pelo menos três anos na região metropolitana de Belo Horizonte, e as obras, compostas para piano solo ou piano e eletrônica, com duração entre seis e dez minutos.

O CD será produzido pelo selo Minas de Som, abrigado no Programa de Pós-graduação em Música da UFMG. A gravação será feita no estúdio da Escola de Música, no piano do próprio selo, dedicado apenas a gravações, com a participação de técnico da unidade.

As peças selecionadas vão se juntar a outras duas, já entregues à pianista, de compositores
convidados de outros estados: Roberto Victorio, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e Marcos Lacerda, professor da USP.

Ana Claudia de Assis é especialista em música brasileira e latino-americana, dos séculos 20 e 21, e trabalha em colaboração com diversos compositores.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail vertentes@gmail.com, até 10 de abril, e o resultado será divulgado em 10 de junho. As informações sobre os requisitos para inscrição estão disponíveis na chamada.

(Com setor de Comunicação e Divulgação da Escola de Música)

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Concerto no Conservatório celebra 80 anos de Steve Reich, o pai do 'sampling'

ter, 28/03/2017 - 05:51

Divulgação

Os grupos Sonante 21 e o de Percussão da UFMG sobem ao palco do Conservatório nesta terça, 28, às 20h, para concerto que celebra os 80 anos do norte-americano Steve Reich, considerado um dos mais importantes compositores das músicas minimalista e modalista. A apresentação integra o projeto Conexões Musicais do Conservatório UFMG, e a entrada é gratuita.

Music for mallet instruments, voices and organ, escrita em 1973 para mallets, instrumentos de percussão melódicos como xilofone e marimba, vozes femininas e órgão, é um dos destaques do repertório, com 17 minutos de duração. Six Marimbas (1986), composta originalmente em 1973 para piano, Music for pieces of wood, em versão com vídeo, e Clapping music, escrita em 1972 para dois músicos que a performam com palmas.

O grupo que se apresenta nesta terça é formado pelos percussionistas Fernando Rocha – também diretor musical –, Daniela Oliveira, Douglas Rafael, Fernando Chaib, Natália Mitre, Rafael Matos e José Henrique Viana, com vozes de Emanuelle Cardoso, Jennifer Imanishi e Mariana Piuzana e teclado de Evan Megaro.

Steve Reich e o minimalismo
Considerado por críticos um dos maiores compositores americanos vivos, Reich é um dos principais nomes responsáveis pelo desenvolvimento do minimalismo na música erudita moderna. O gênero é caracterizado pela repetição frequente de trechos musicais, com pequenas variações durante grandes períodos de tempo ou por tons estáticos executados durante um longo tempo, além ritmos quase hipnóticos.

Os experimentos com loops em fita magnética do americano em meados dos anos 60, nos quais obtinham-se padrões musicais rítmicos por meio da repetição e sobreposição de camadas de som, credenciaram o compositor como um dos principais representantes da música de vanguarda na segunda metade do século passado, rendendo-lhe a alcunha de pai do sampling - técnica que consiste no uso de trechos de composições para formar outras. O artista ganhou um Grammy em 1990 e o Pulitzer da música em 2009.

O Conservatório UFMG fica na Avenida Afonso Pena, 1534, Centro.

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Eventos científicos organizados na UFMG receberão apoio financeiro da Fapemig

seg, 27/03/2017 - 15:08

César Reis / Facebook Campus Cultural de Tiradentes

Um dos eventos apoiados é o colóquio Museus e paisagem cultural, organizado pelo campus cultural de Tiradentes


Catorze eventos propostos pela UFMG foram aprovados na primeira entrada da Chamada 12/2016, organizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Ao todo, a instituição apoiará 59 propostas de diferentes instituições científicas, tecnológicas e de inovação sediadas no Estado. O investimento total chega a R$ 570 mil.

Os eventos da UFMG financiados pela chamada abrangem áreas como nanotecnologia, cartografia histórica, enfermagem, saúde mental, museologia e formação de professores na América Latina e no Caribe.

O objetivo da iniciativa é incentivar a divulgação de resultados de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico por meio do apoio à organização de eventos científico-tecnológicos em Minas Gerais.

Segunda entrada
As propostas para a segunda entrada serão recebidas até 15 de maio. O prazo de execução é de 12 meses, contados a partir da data de emissão do termo de outorga eletrônico.

Os pedidos devem ser apresentados sob a forma de proposta de organização de eventos e submetidos, obrigatoriamente, em versão eletrônica, por meio do Sistema Everest. Outras informações podem ser obtidas na Central de Informações da Fapemig pelo e-mail ci@fapemig.br

(Com Assessoria de Comunicação da Fapemig)

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AGUARDAR Boletim destaca edição comemorativa dos 50 anos da Revista Literária

seg, 27/03/2017 - 12:06

Responsável pela revelação de nomes como Sérgio Sant'Anna, Humberto Werneck, Maria Esther Maciel, Jaime Prado Gouvêa e Guiomar de Grammont, a Revista Literária da UFMG é homenageada em edição comemorativa de seus 50 anos. O volume reúne meia centena de textos (contos, poemas e crônicas) representativos das inquietações de jovens brasileiros na segunda metade do século 20. O assunto é o tema central da edição 1970 do Boletim UFMG, que circula nesta semana com o seguinte conteúdo.

Transdisciplinares e de impacto
IEAT vai apoiar pesquisas que busquem soluções para problemas sociais sob diferentes perspectivas.

Além de uma antologia
Em edição comemorativa, Revista Literária da UFMG reúne textos que expressaram as inquietações de jovens brasileiros na segunda metade do século 20.

Opinião

Muito mais que um quadro na parede
"Publicar na Revista Literária, quando estudante, era como ganhar o Oscar, o Pulitzer, o Prêmio Nobel, pisar na lua", compara o escritor e ex-editor da publicação, Ronald Claver

Ossos que purificam
Método descrito em tese da Escola de Engenharia emprega carvão animal no manejo sustentável de efluentes da indústria petrolífera.

Política na internet
Editora UFMG lança coletânea de ensaios com análises sobre o papel das redes sociais no fortalecimento/enfraquecimento da democracia.

Acontece
Já estão abertas as inscrições para a nova temporada do evento Lua Cheia no Museu, que será realizado de abril a setembro, no Museu de História Natural e Jardim Botânico.

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Em palestra na Fafich, historiador relaciona humor político e a ditadura argentina

seg, 27/03/2017 - 06:37

Reprodução / site da Revista
As relações entre sátira política e a ditadura argentina serão abordadas nesta quinta-feira, dia 30, na Fafich, pelo historiador Amadeo Gandolfo, da Universidade de Buenos Aires. Entre o humor absurdo e o riso violento: o periódico Tía Vicenta e a ditadura argentina (1977-1979) é o tema da palestra do professor, que se dedica ao estudo dos quadrinhos de viés político.

Sua tese de doutorado tem como tema a caricatura política e o humor gráfico na Argentina, no período de 1955 a 1976, com foco nas representações dos políticos, no ofício do cartunista e nas mudanças no desenho ao longo do tempo. Na palestra desta quinta, Gandolfo vai falar sobre a atuação da revista Tía Vicenta [na imagem acima, capa de edição que circulou em 1978] durante a última ditadura argentina.

Fundada em 1957 pelo cartunista Juan Carlos Colombres, o Landrú, e pelo ilustrador Oscar Conti, o Oski, Tía Vicenta marcou época na imprensa argentina e chegou a ser considerada, no início dos anos 1970, uma das seis melhores revistas de humor político – a única da América Latina – do mundo, segundo o livro The naked emperor: an anthology of international political satire, de Barbara Fultz.

Gandolfo vai se deter sobre a atuação da revista durante o regime comandado pelo general Jorge Videla, autodenominado pelos seus líderes de Processo de Reorganização Nacional (1976-1983), que, sob a justificativa de tirar o país da crise, promoveu um profundo processo de concentração de renda, desarticulou os movimentos sociais e instaurou o mais sangrento governo da história da Argentina. Segundo o professor da Universidade de Buenos Aires, Tía Vicenta chegou a nutrir “certa simpatia” pelas promessas do Processo de Reorganização Nacional.

A palestra do professor Amadeo Gandolfo será realizada no auditório Professor Baesse, no quarto andar da Fafich, campus Pampulha, a partir das 17h. Sua vinda, viabilizada pelo Programa Escala Docente, da Associação de Universidade do Grupo Montevidéu (AUGM), é a primeira atividade do ano do Grupo de Pesquisa História Política – Culturas Políticas na História, coordenado pelo professor Rodrigo Patto Sá Motta, do Departamento de História.

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Debate sobre as aplicações dos 'wetlands', técnica natural de saneamento, reúne especialistas nesta terça

seg, 27/03/2017 - 06:33

Acervo André Baxter Barreto

Wetland no Rio Sena, nos arredores de Paris: sistema propõe nova visão sobre saneamento e incorpora elementos da arte e do paisagismo

Debater o emprego de sistemas wetlands construídos e técnicas extensivas de tratamento e aproveitamento de efluentes e lodos no Brasil é o objetivo de seminário que será realizado nesta terça-feira, 28, no auditório principal da Escola de Engenharia da UFMG. O evento, que terá inicio às 9h, é destinado a profissionais e estudantes da área de saneamento e meio ambiente. Veja a programação.

A tecnologia dos sistemas wetlands – também conhecidos como jardins filtrantes – baseia-se no tratamento da água em ecossistemas semelhantes aos encontrados na natureza, como pântanos e manguezais. A reprodução desses ambientes filtrantes naturais se dá por meio da recriação da vegetação, dispensando energia elétrica, produtos químicos e maquinários.

O emprego dessa tecnologia e o tratamento e aproveitamento extensivo de efluentes – resíduos líquidos ou gasosos provenientes das indústrias, dos esgotos e das redes pluviais – serão debatidos por profissionais da área, como o biólogo André Baxter, doutor em saneamento e meio ambiente pela UFMG, e o arquiteto Breno Leite, ambos da empresa Wetlands Construídos, e o professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Pablo Heleno Sezerino.

As inscrições serão efetuadas até o dia do evento. Interessados podem se inscrever e obter mais informações por meio deste site.

Leia a matéria publicada pelo Boletim UFMG sobre o projeto weatlands, gestado na Inova.

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Influência de choques e vibrações sobre o patrimônio é tema de conferência de pesquisador holandês

seg, 27/03/2017 - 06:27


A preservação de monumentos arqueológicos na Holanda é de responsabilidade da RCE

Nesta quarta-feira, 29, o auditório 1014 da Escola de Engenharia da UFMG abrigará, a partir das 9h, a conferência Vibrações, choques e preservação do patrimônio cultural: o que é real e o que sentimos, que será ministrada pelo pesquisador holandês Bill Wei, da Agência Holandesa para o Patrimônio Cultural (RCE). Na atividade, serão apresentadas as bases para o estudo e a preservação de bens culturais sujeitos aos mais diversos tipos de ação do ambiente. A entrada é gratuita.

"Choques e vibrações são fatores altamente relevantes na deterioração de bens culturais, seja pela localização dos prédios de museus e sítios históricos e arqueológicos, ou por outras razões como a promoção de concertos de música nas vizinhanças de museus ou a extenuante rotina de viagens de determinados bens culturais", exemplifica Wei, para quem a investigação sobre a influência de choques e vibrações na deterioração de bens culturais "é um campo fascinante da pesquisa científica na área das engenharias aplicadas ao estudo e preservação de bens culturais".

Um dos propósitos da conferência, aberta ao público, em especial a professores e alunos de cursos das áreas de engenharia e de conservação e restauração de bens culturais, é apresentar o campo a estudantes de graduação interessados eventualmente em seguir estudos nessa linha.

Wei é cientista da conservação sênior do Departamento de Ciência da Conservação da RCE. A agência é responsável, na Holanda, pelos estudos e preservação do seu patrimônio cultural, o que inclui edifícios históricos, monumentos arqueológicos, paisagens e coleções.


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Evento discute alternativas de cooperação entre Brasil e Índia no campo da urbanização

seg, 27/03/2017 - 06:22

Varun Shiv Kapur / Flickr / Wikimedia Commons

Área urbana em Nova Delhi, capital da Índia

A Faculdade de Ciências Econômicas (Face), no campus Pampulha, vai sediar, nesta quinta-feira, 30 de março, a partir das 14h30, mais um encontro da Série de Estudos Indianos. Nesta edição, o evento, que terá lugar no Auditório 1, vai debater aspectos da urbanização no Brasil e na Índia.

A programação terá inicio com um grupo de discussão conduzido pelo doutorando Jakob Span (Face), que abordará o tema Modernização e urbanização contemporâneas. O objetivo é debater alternativas de colaboração entre Brasil e Índia, países que passam por processos de modernização e urbanização distintos, mas mantêm pontos de convergência e potencial de cooperação acadêmica.

Em seguida, a mesa-redonda Interação acadêmica Brasil – Índia: a experiência na academia brasileira vai reunir professores de universidades que se dedicam a estudos indianos: Edgard Leite, do Programa de Estudos Indianos da Uerj, Maria Lucia Abaurre Gnerre, integrante do Programa de Pós-graduação em Ciências das Religiões da Universidade Federal da Paraíba e Regiane Corrêa de Oliveira Ramos, que integra o projeto Brasil – Índia Associação de Redes de Conhecimento da USP. A mesa será presidida por Leonardo Vieira, professor do Departamento de Filosofia e membro do Centro de Estudos Indianos da UFMG.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3409-3258.

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Grupo de Saxofones da UFMG é a atração desta noite da série Prata da Casa

seg, 27/03/2017 - 06:18

Jéssica Cardoso
Sob a coordenação e regência de Robson Saquett, o Grupo de Saxofones da UFMG se apresenta nesta segunda-feira, 27, às 19h30, no projeto Prata da Casa do Conservatório UFMG. Com 12 músicos, o grupo executará repertório com canções eruditas e populares.

O grupo iniciou sua trajetória na década de 1990, com a criação, pelo professor Dilson Florêncio, da disciplina Grupo de Saxofones da Escola de Música da UFMG, que tinha como objetivo a divulgação do repertório erudito escrito originalmente para o instrumento.

Durante muito tempo, a disciplina supriu a formação temporária de diversos grupos, tais como o Quarteto de Saxofones e o Quinteto de Saxofones da UFMG. A formação maior, que reúne no palco cerca de 10 saxofonistas, estava desativada desde 2008 e voltou a fazer parte da grade de disciplinas no segundo semestre de 2015. No ano passado, o Grupo de Saxofones passou a integrar o elenco de projetos de extensão da UFMG, promovendo workshops e recitais com professores convidados.

Sua atual composição reúne os saxofonistas Paulo Rosa, Leandro Alves, Bruno Jorge, Ronan Ramos, Lara Rocha, Ricardo Nascimento, Darlei Alves, Luiz Antônio, César Baracho, Gabriela Gonçalves, Juan Carlos, além de Marcos Alves na percussão.

O Conservatório UFMG fica na Avenida Afonso Pena, 1534, no centro de Belo Horizonte.

Repertório:
When the saints go marching in – Autor desconhecido
Lamento, conflito e redenção – Paulo Rosa
Atmosferas – Renato Goulart
Le Chenille – Jean-Denis Michat
Easy Haka – Jean-Denis Michat
Meditation – Guy Lacour
Delvi’sRag – Jean Matitia

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Estudo da Faculdade de Farmácia identifica baixa presença de pesticidas em amostras de mel

seg, 27/03/2017 - 06:15

Fotos: Marina Gontijo / UFMG

Professora Maria Beatriz de Abreu opera equipamento usado nos testes: método capaz de mapear 116 tipos de pesticidas

Apenas uma de um total de 66 amostras de mel produzidas em Minas Gerais, entre fevereiro de 2014 e agosto de 2016, continha pesticidas, um dos fatores que podem comprometer a qualidade do alimento. A boa notícia é dada por um grupo de pesquisadores da Faculdade de Farmácia da UFMG que, em parceria com o Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro), do Ministério da Agricultura, utilizou método que associa a cromatografia líquida à espectrometria de massas para identificar a presença de pesticidas que prejudicam a qualidade do produto.

Capaz de mapear 116 tipos de pesticidas em amostras, o método foi descrito no artigo Multiclass method for pesticides quantification in honey by means of modified QuEChERS and UHPLC-MS/MS, publicado na revista Food Chemistry, em novembro do ano passado. "Quando introduzimos extratos de mel no cromatógrafo, o aparelho gera um gráfico por meio do qual conseguimos verificar se há e qual é o tipo de pesticida contido naquela amostra", explica a professora Maria Beatriz de Abreu Glória, da Faculdade de Farmácia, uma das autoras do artigo.

Além da baixa incidência, os pesquisadores se surpreenderam com a natureza do pesticida identificado nas amostras. Trata-se de uma substância não encontrada em plantações, mas utilizada no tratamento de rebanhos (bovinos, equinos, ovinos, caprinos, suínos e aves) contra parasitas nos animais. Segundo a professora, o grupo esperava encontrar pesticidas usados na agricultura, pois as abelhas polinizam grandes plantações.

"Não sabemos ao certo como as abelhas mantiveram contato com o pesticida aplicado no rebanho, mas isso é indício de que elas voam além dos limites das plantações. Além disso, muitas fazendas dedicadas ao cultivo agrícola também possuem animais, o que acaba fazendo a abelha entrar em contato com eles. Também pode ter ocorrido contaminação em virtude da manipulação desse pesticida pelos apicultores próximo às colmeias", explica Beatriz.

No total, foram analisadas 100 amostras de mel, sendo 66 mineiras e 44 de outros estados, entre fevereiro de 2014 e agosto de 2016. A pesquisa compôs tese de doutorado defendida no fim do ano passado por Patrícia Amaral Souza Tette, na Faculdade de Farmácia da UFMG. Em seu trabalho, a pesquisadora foi além das análises da presença de pesticidas no mel. Ela caracterizou o mel de laranjeira, valorizado por suas propriedades sensoriais, que o tornam produto de relevância nos estados de Minas Gerais e São Paulo. "Patrícia dedicou um capítulo de seu trabalho a essa investigação, usando a mesma técnica para verificar a autenticidade do mel vendido como sendo de flor de laranjeira", diz a professora Maria Beatriz, que orientou a tese.

Nessa etapa do trabalho, a agora doutora, por meio de testes realizados no cromatógrafo, verificou a presença, nas amostras examinadas, da sinefrina, elemento característico e específico de frutas cítricas. Essa parte contou com a parceria da Fundação Ezequiel Dias, que, para testar a eficácia da sinefrina como índice de autenticidade do mel de laranja, realizou análises do pólen encontrado nas amostras de mel. "Muitas vezes, a abelha não visita apenas a laranjeira, mas várias outras plantas. Portanto, essa é uma análise importante, porque atesta a veracidade da informação contida no rótulo do mel", justifica a professora da Faculdade de Farmácia.

Indicador de contaminação
Segundo Maria Beatriz, o método de análise desenvolvido pela equipe da UFMG e parceiros não só comprova a autenticidade e qualidade do mel, como também reforça seu papel como indicador de contaminação ambiental. "A abelha, quando poliniza, leva o pesticida para a colmeia, ou seja, ela contamina o mel de acordo com os locais por onde passou. A análise pode nos mostrar quais ambientes estão contaminados e com quais substâncias", afirma.

Esse fator tem impacto sobre a vida do consumidor. As substâncias utilizadas na agricultura têm um prazo de carência, o que significa que os produtos cultivados com os pesticidas só podem ser comercializados depois de certo período. Quando se trata da apicultura, não existe o controle do período de carência, uma vez que o produtor não tem controle total dos locais onde a abelha vai polinizar antes de ir para a colmeia.

"Como a abelha visita vários locais dentro de certo raio, é difícil saber se nas plantações por onde ela passou foi feito uso de pesticida e, em caso afirmativo, quando a substância foi utilizada. Dessa forma, o método que desenvolvemos ajuda o consumidor a ter garantia de que está adquirindo um produto de boa qualidade com relação a pesticidas que podem prejudicar a sua saúde", afirma a Maria Beatriz de Abreu Glória.

O Brasil produz mais de 38 mil toneladas de mel por ano e ocupa o oitavo lugar no ranking mundial de exportação do produto.


Amostras de mel analisadas em laboratório: apenas uma continha pesticida

Artigo: Multiclass method for pesticides quantification in honey by means of modified QuEChERS and UHPLC-MS/MS
Autores: Patrícia Amaral Souza Tette, Fabiano Aurélio da Silva Oliveira, Elba Nathália Corrêa Pereira, Gilsara Silva, Maria Beatriz de Abreu Glória e Christian Fernandes

(Luana Macieira / Boletim 1969)


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DRI apoiará projetos de cooperação internacional de docentes e técnicos-administrativos

seg, 27/03/2017 - 06:13

Professores e servidores técnico-administrativos com vínculo permanente com a Universidade podem solicitar ajuda para a realização de missões no exterior ou acolher grupos estrangeiros na UFMG por meio do Programa de Apoio a Projetos de Cooperação Internacional (PAPCI). A iniciativa recebe propostas, em regime de fluxo contínuo, até 30 de setembro.

Gerenciado pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI), o programa prevê a concessão de ajuda financeira no valor de até R$10 mil por proposta recomendada, com base em análise de mérito que se pautará por critérios especificados na chamada.

As inscrições devem ser feitas por meio de formulário disponível on-line. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3409-4025.

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Proposta de normas para graduação sedimenta práticas e aprendizados, diz pró-reitor em apresentação de anteprojeto

sex, 24/03/2017 - 18:36

Fotos de Foca Lisboa / UFMG

Ricardo Takahashi explica pontos principais da proposta: reconfiguração de currículos em quatro dimensões

A Pró-reitoria de Graduação reuniu, na tarde de hoje (sexta, 24), no campus Pampulha,
gestores, docentes, servidores e estudantes para apresentar, esclarecer e receber sugestões sobre as novas normas gerais para a graduação da UFMG, reunidas em anteprojeto. O processo foi iniciado há cerca de um ano e meio, e espera-se que seja concluído até junho deste ano.

De acordo com o pró-reitor de Graduação, Ricardo Takahashi, “grande parte do conjunto de
normas sedimenta práticas e aprendizados acumulados em muitos anos”, promovendo melhorias e removendo obstáculos mais operacionais que conceituais.

Ele acrescentou que as mudanças também visam atender às novas demandas da sociedade, marcada hoje por relações mais complexas. "Os mecanismos de geração de conhecimento vêm mudando, sobretudo de duas décadas para cá, e os egressos de nossos cursos devem ser capazes de lidar com isso”, afirmou Takahashi.

Depois de apresentar uma breve cronologia de mudanças, internas e externas, que afetaram a estrutura da graduação na Universidade desde 1990, o pró-reitor salientou que, no lugar da fragmentação – criam-se novos cursos, e os profissionais ficam “confinados” em suas áreas –, a opção deve ser pela convergência, pela troca de experiências e pela transversalidade, que proporcionam aos estudantes caminhos múltiplos.

Segundo Takahashi, o anteprojeto procura estabelecer que os cursos se mantenham como guardiões da identidade de suas áreas de conhecimento e atuação, mas também ocupem espaços de convergência e de experimentação. “A graduação deve ainda estar estruturada para uma relação cidadã com o público, lidando com a inclusão de deficientes, estudantes mães, pessoas em situação de sofrimento mental e refugiados politicos, entre
outros”, afirmou.

Quatro dimensões
A reconfiguração dos currículos contemplaria, segundo o anteprojeto e em linhas gerais, quatro dimensões: a formação específica (disciplinas obrigatórias e optativas), a complementar (disciplinas e atividades fora da formação característica do curso, incluindo mobilidade acadêmica), formação geral (disciplinas não específicas, como redação de textos científicos, por exemplo) e formação avançada (atividades da pós-graduação).


Uma das principais novidades da proposta para as novas normas é o chamado tronco comum – partes de currículos comuns a vários cursos – que pode mesmo vir a constituir estrutura de ingresso na Universidade. “Nesse caso, o aluno poderá, ao concluir um curso, ganhar o direito a solicitar a continuidade dos estudos, visando obter um segundo diploma”, anunciou Ricardo Takahashi [foto], acrescentando que cursos do ICEx já consideram a possibilidade de estabelecer entrada comum. Ele disse ainda que estruturas formativas novas passariam a contar com coordenações e regulamentos próprios.

Experiências
Na explanação do anteprojeto, o pró-reitor de Graduação chamou a atenção para a possibilidade de experiências como trajetórias acadêmicas híbridas – combinando percursos e formatos (presencial e a distância, por exemplo) – e cursos de oferta temporária, que poderiam ser rediscutidos e incorporados ou não, e outros em atendimento a demandas pontuais, também por prazo limitado.

A proposta das novas normas, organizada com base em sugestões de cerca de 500 membros da comunidade acadêmica, trata também de formas de integralização dos currículos – incorporando oficialmente atividades extraordinárias, sem notas, e comprovação de conhecimentos, como em idiomas estrangeiros – e regras de ingresso e cancelamento de registro.

Coordenadores de cursos presentes à reunião sugeriram, entre outros tópicos, a não obrigatoriedade de os alunos cursarem disciplinas de cursos ou departamentos diferentes e comentaram que o debate sobre mudanças na graduação pode gerar regras que deem respaldo a propostas inovadoras tanto relacionadas à gestão curricular quanto a práticas docentes.

A comunidade poderá enviar sugestões sobre as novas Normas Gerais de Graduação até 28 de abril, pelo e-mail normasgrad@prograd.ufmg.br. O texto final deverá ser aprovado pela Câmara de Graduação até 30 de maio, antes que o assunto tramite no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), durante o mês de junho. Leia o anteprojeto.

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Inscrições para curso de extensão que discute obra de Heidegger terminam neste sábado

sex, 24/03/2017 - 17:44

Willy Pragher / Wikimedia Commons
Uma das mais influentes obras do filósofo alemão Martin Heidegger [foto], Ser e tempo, será analisada em curso de extensão da Faculdade de Direito. Ministrado por Marco Antonio Casanova, professor associado do Departamento de Filosofia da Uerj, o curso (Re)Construção de uma ética jurídica a partir da leitura da obra Ser e tempo, de Martin Heidegger recebe inscrições até este sábado, 25 de março.

A formação, dividida em módulos, vai utilizar as concepções heideggerianas para analisar conceitos como morte, consciência e culpa, relacionando seus efeitos com a preparação da decisão em casos jurídicos. As aulas serão realizadas nos 28 de abril, 5 e 26 de maio e 30 de junho, das 9h às 14h, no Instituto de Hermenêutica, Teoria e Argumentação Jurídica (Sala 405 da Faculdade de Direito).

A inscrição deve ser feita por meio deste link. O custo é de R$ 490, que poderá ser dividido em duas vezes, com o pagamento da primeira parcela, de R$ 294, no ato da inscrição e o restante 30 dias depois.

Mais informações podem ser obtidas no site da Faculdade de Direito ou pelo e-mail ihtaj.institutodehermeneutica@gmail.com.

A Faculdade de Direito da UFMG fica na Avenida João Pinheiro, 100, Centro.

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