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Ciência, inovação e tecnologia
Atualizado: 10 horas 30 minutos atrás

Metrologia garante controle de qualidade na indústria

seg, 26/06/2017 - 08:00

“Selecionar a correta forma de medição e medir as coisas corretamente é um pouco de arte e ciência.”

Com essa frase, Pedro Paulo Balestrassi, pesquisador da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) define a ciência da metrologia.

O nome Metrologia deriva de duas palavras gregas: Metro (medição) e Logy (Ciência). A ciência das medições tem importante papel na atualidade, principalmente em relação ao controle de qualidade de produtos e serviços.

Imagem meramente ilustrativa / Via Flickr 2.0

A metrologia realiza a completa avaliação de novos produtos antes de serem colocados no mercado, mas também avalia os próprios processos e instrumentos de medição. O objetivo é garantir que as coisas feitas para medir meçam corretamente.

Assim, um dos grandes benefícios é a padronização de métodos de medição e a manutenção da precisão e exatidão desses métodos. Os processos da metrologia, quando eficientes e efetivos, levam à minimização do custo de inspeção. Contribuem também para a redução do custo de rejeitos e retrabalhos, por meio de técnicas de controle estatístico da qualidade.

“A medição é o primeiro passo que leva ao controle e ao melhoramento de produtos e processos. Não saber ou não poder medir algo é não poder entender algo. Se não se pode entender, não se pode controlar e também não se pode melhorar”, defende Baslestrassi.

Otimização de grandezas para o controle de qualidade

É cada vez maior a demanda por qualidade em produtos e serviços, por isso, pesquisas na área de metrologia são importantes para responder às variadas necessidades e anseios dos consumidores.

As exigências dos clientes conferem aos processos de produção da indústria um caráter multivariado – ou seja, múltiplos fatores podem acarretar em impactos na qualidade de um produto. Assim, grande parte dos estudos de qualidade envolvem múltiplas características correlacionadas e utilizam o mesmo dispositivo para realizar uma série de diferentes medições.

“Nestas condições, quando se deseja avaliar um sistema de medição capaz de medir múltiplas características, recomenda-se o uso de técnicas estatísticas multivariadas”, explica Balestrassi.

Pesquisa na Unifei

Imagem meramente ilustrativa

Um estudo conduzido pelo pesquisador e sua equipe discutiu como usar uma abordagem multivariada para análise de um sistema de medição capaz de medir múltiplas características correlacionadas.

A pesquisa, desenvolvida no Instituto de Engenharia de Produção e Gestão da Unifei, propôs um novo método para a análise multivariada de sistemas de medição.

Segundo o pesquisador, o projeto mostrou que, em determinadas situações, a literatura pré-existente era ineficiente para estimar índices multivariados de avaliação do sistema de medição.

“A principal contribuição da pesquisa foi a proposta de um novo método, mais robusto. Os resultados foram aplicados em indústrias mineiras e publicados em importantes periódicos da área. Também contribuímos para a formação de recursos humanos em metrologia, na graduação e na pós-graduação”, detalha Balestrassi.

metrologia científica é fundamental no desenvolvimento da indústria, pois contribui para validar novas ideias, reduzir o tempo de lançamento de novos produtos no mercado, acelerar e melhorar a eficiência de processos, reduzir desperdício, aumentar confiabilidade e atender padrões e regulamentações nacionais e internacionais.

Estima-se que, na Europa, o custo de se medir grandezas em processos produtivos e em serviços é de 2% a 7% do produto interno bruto. “Isso equivale a um gigantesco número de pessoas envolvidas. São profissionais com simples conhecimento de medições de peso e altura ou especializados em métodos modernos de medições a laser. São físicos, estatísticos, matemáticos, engenheiros, médicos e, no dia a dia, certamente eu e você”, esclarece Balestrassi.

Científica, industrial e legal

Devido às características múltiplas, a metrologia pode ser dividida em três áreas:

Metrologia científica ou fundamental

Preocupada com o estabelecimento de unidades de medição, sistemas de unidades, desenvolvimento de novos métodos de medição, realização de padrões de medição e transferência de rastreabilidade a partir destes padrões para usuários na sociedade.

Metrologia industrial ou aplicada

Voltada à aplicação da ciência de medições na fabricação e outros processos e sua utilização na sociedade, garantindo a adequação dos instrumentos de medição, calibração e controle de qualidade.

Metrologia legal

Relacionada com requisitos regulatórios de medições e instrumentos de medição para proteção da saúde, segurança pública, meio ambiente, permitindo a tributação, proteção dos consumidores e do comércio justo.

Pesos-padrão no Laboratório de Massas do INMETRO. Foto de nand_o / Flickr 2.0

Dia do metrologista

Em 26 de junho, celebra-se o dia do metrologista no Brasil. No mesmo dia, em 1862, Dom Pedro II introduziu no país o Sistema Métrico Decimal.

Todas as atividades relacionadas à adoção desse sistema, precursor do atual Sistema Internacional de Unidades, levaram à criação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, o Inmetro.

Confira como as medições estão presentes no nosso cotidiano:

 

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Observação astronômica nas grandes cidades

sex, 23/06/2017 - 13:56

Quem vive em grandes centros urbanos convive com um céu apagado de estrelas. A poluição luminosa reduz a visibilidade das estrelas, interfere na observação astronômica e transforma a nossa relação com o céu.

Integrantes do Gedai de Belo Horizonte

O Grupo de Estudo e Divulgação de Astronomia Intercampi (Gedai), do Cefet-MG, tem grupos em diversas unidades do Cefet. Professores, funcionários, alunos e astrônomos amadores integram o projeto e trabalham em ações de promoção da Astronomia.

Em Belo Horizonte, o Gedai organiza dois grandes projetos abertos ao público: o Terça Astronômica e o Astronomia na Serra do Rola Moça. São palestras seguidas de observação astronômica. Leonardo Gabriel Diniz, professor de Física do Cefet-MG e coordenador do Gedai de Belo Horizonte, fala nesse Ondas da Ciência sobre poluição luminosa e observação astronômica nas grandes cidades.

Astronomia na Serra do Rola Moça

O projeto Astronomia na Serra do Rola Moça promove a prática da Astronomia amadora no Parque Estadual da Serra do Rola Moça. As atividades incluem um curso de formação de professores de escolas públicas, educação ambiental, divulgação da astronomia e iniciação científica.

Um dos objetivos é educar sobre a poluição luminosa. O parque conta com mirantes voltados para as áreas densamente habitadas, de onde é possível observar a poluição luminosa produzida na cidade. E na parte sul da Serra, voltada para uma região menos habitada, é possível realizar observações astronômicas e astrofotografias.

Este sábado, 24/06, é dia de encontro na sede do Parque da Serra do Rola Moça. O evento começa às 17h30 com uma palestra e distribuição dos mapas celestes. Depois os participantes seguem para a Plataforma de Observações Astronômicas Francisco Prado.

Dentro da programação do projeto, estão agendados encontros mensais até outubro de 2017. As inscrições podem ser feitas aqui.

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Bibliotecas digitais disponibilizam coleções de música para pesquisa

sex, 23/06/2017 - 12:01

O Portal de Periódicos da  Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a produção científica nacional e internacional.

Além de artigos, o portal também tem coleções de música à disposição para estudiosos da área. Entre as plataformas do acervo, os usuários encontram dois tesouros das Artes: Alexander Street Press e Grove Music Online.

Clássicos e imortais

A base Alexander Street Press apresenta obras de grandes compositores clássicos, como Ludwig van Beethoven, Wolfgang A. Mozart, Benjamin Britten, John Cage, Amy Beach e Franz Schubert.

A plataforma inclui ainda conteúdos de artes, filosofia e teologia. A coleção inclui diversos tipos de documentos, como textos, faixas de áudio, partituras, vídeos e imagens.

Detalhe de trombone. Foto meramente ilustrativa (via Flickr)

Enciclopédia da música

Editada pela Oxford University Press, a Grove Music Online reúne diversas informações da área musical, como biografias, artigos, bibliografias e recursos multimídia.

Por meio da plataforma, também é possível acessar outras obras de referência, como dicionários musicais e enciclopédias.

Como acessar?

Para ter acesso à base de dados da Capes, é preciso estar vinculado a instituições de ensino e pesquisa no Brasil. Clique aqui e saiba mais.

Música e ciência

O Brasil é um país de enorme diversidade musical, que se reflete também em estudos para variadas áreas. Os fenômenos musicais podem ser observados em cursos de Música e em linhas de pesquisa voltados para a educação cultural, para a performance dos músicos, para o processo criativo, suas relações com a cultura e as técnicas musicais, dentre outras.

Profissionalização dos músicos no Brasil

A lei nº 3.857, de 22 de dezembro de 1960, criou a Ordem dos Músicos do Brasil, com a finalidade de acompanhar em todo o país a seleção, a disciplina, a defesa da classe e a fiscalização do exercício da profissão de músico.

Imagem meramente ilustrativa (via Flickr 2.0)

Com informações do Portal de Periódicos da Capes.

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Matemática no Cordel: Quando os números dão rima!

qui, 22/06/2017 - 12:19

Com requintes de poesia e marcada pela graça das rimas, a literatura de cordel é uma manifestação literária que se originou na região Nordeste do país. As histórias populares, com presença constante de ícones do folclore nacional, fazem referência ao universo simbólico de quem entende as raízes da cultura brasileira, marcada pela originalidade e criatividade.

Mas a produção sincronizada, dividida em número fixo de sílabas por verso e definida pelo escritor em sextilhas, septilhas ou décimas de acordo com o número de versos de cada estrofe, revela alguns dos desafios constantes desse gênero de produção literária, seja para quem faz cordel por hobby ou por quem se profissionaliza na área.

Os temas são diversos e exigem do cordelista uma série de conhecimentos prévios com relação aos vocábulos que precisam rimar e dar ritmo ao conto. O que muitas vezes passa despercebido, porém, é que os números também são fundamentais para dar fluidez à narrativa. A matemática está presente na produção dos cordéis que ilustram tão bem os contos e causos do nordestino e do resto do Brasil.

“Tem horas que parece mais um exercício de matemática do que de literatura”

O Ciência no ar foi conversar com o cordelista Olegário Alfredo que nos contou um pouco de sua vivência como cordelista, e afirmou que pensar em “literatura”, principalmente a de Cordel, também é pensar em números que tornam as rimas possíveis e formam o esqueleto dessas composições que tanto surpreendem por seu humor e charme. Confira mais um vídeo da série que revela como a matemática pode estar presente em tudo, mesmo quando não percebemos.

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Trabalhar com divulgação científica faz a gente ver ciência em tudo

qua, 21/06/2017 - 08:05

Trabalhar com divulgação científica faz a gente ver ciência em tudo. No clima, no céu, nas refeições em família, nos campos de rosas, nas plantações de hortaliças, no fundo do mar e até, no inocente cafezinho da tarde.

Ficamos sempre de olho no que pode ser assunto de interesse para nossos leitores, já sabendo que cientistas mineiros estão em atividade acelerada em laboratórios e campos de estudo fazendo a pesquisa acontecer.

Na reunião de pauta dessa terça-feira, preparamos a lista de reportagens para a edição 71 da revista Minas Faz Ciência. A variedade de temas que aparecem, a cada sugestão, nos motiva a ver ciência em tudo!

A conversa foi uma viagem de idas e voltas: dos estudos e psicologia sobre suicídio à ciberespionagem; das pesquisas sobre tratamento da malária aos biocombustíveis produzidos com o cultivo de algas. Enfim, vem muita novidade na edição que será publicada em outubro. Aguardem!

Fique conosco!

Enquanto isso, nos acompanhe aqui no site e fique ligado também na edição da Minas Faz Ciência Infantil que já está no forno! A publicação é anual e especial para nossos leitores entre 7 e 11 anos. A criançada também pode aproveitar o conteúdo do site infantil.

Nossa coordenadora Vanessa Fagundes conta um pouquinho sobre a reunião de trabalho desta terça-feira, na FAPEMIG:

Toda quarta-feira a gente publica aqui os bastidores da reunião de pauta em nosso Diário de Bordo. Gosta de ciência e tem interesse em sugerir pautas? Pode enviar para mfcfapemig@gmail.com.

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Livro discute força das corporações sobre tecnologias

ter, 20/06/2017 - 12:38

Muito se celebra, atualmente, a miríade de possibilidades libertadoras da internet – meio, para muitos, liberto das amarras e dos interesses de grupos e poderes hegemônicos. Segundo tal visão, quem (ou “o que”), afinal, teria a capacidade, ou a petulância, de impedir a liberdade de expressão em ambiente tão complexo, descentralizado e multifacetado, capaz não apenas de amplificar a voz dos indivíduos, como de democratizar o consumo de bens simbólicos?

A web e seu calcanhar de Aquiles

No ver de Tim Wu, escritor, advogado e professor da Universidade Columbia, em Nova Iorque, ainda é cedo para comemorações. Colunista dos principais jornais norte-americanos e ex-executivo de tecnologia no Vale do Silício, o autor se dedica, em Impérios da comunicação, a minuciosa análise dos principais Ciclos (sim, com “C” maiúsculo) tecnológicos “enfrentados” pela sociedade capitalista, ao longo do século XX, de modo a sugerir cautela quanto à propalada competência libertária da internet.

É que, conforme revelam as experiências interpretadas por Wu, do desenvolvimento da telefonia ao surgimento da web, praticamente todas as tecnologias nascem auspiciosas, dispostas a inspirar gerações e gerações a sonhar com sociedades melhores, unidas por “novos modos de expressão”. Com o passar das décadas, contudo, o sonho acaba substituído pela realidade das grandes corporações – e suas enormes “mãos invisíveis”.

Leia um trecho:“A história mostra uma progressão característica das tecnologias da informação: de um simples passatempo à formação de uma indústria; de engenhocas improvisadas a produtos maravilhosos; de canal de acesso livre a meio controlado por um só cartel ou corporação – do sistema aberto para o fechado. Trata-se de uma progressão comum e inevitável, embora essa tendência mal estivesse sugerida na alvorada de qualquer das tecnologias transformadoras do século passado, fosse ela telefonia, rádio, televisão ou cinema. A história mostra também que qualquer sistema fechado por um longo período torna-se maduro para um surto de criatividade: com o tempo, uma indústria fechada pode se abrir e se renovar, fazendo com que novas possibilidades técnicas e formas de expressão se integrem ao meio antes que o empenho para fechar o sistema também comece a atuar.” Ficha técnica:

Livro: Impérios da comunicação – Do telefone à internet, da AT&T ao Google

Autor: Tim Wu

Tradução: Claudio Carina

Editora: Zahar

Título original: The master switchThe rise and fall of information empires

Páginas: 432

Ano: 2012

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Curta-metragem Uótizap alerta sobre uso excessivo de celular

seg, 19/06/2017 - 08:05

O curta-metragem Uótizap, dirigido pelo pesquisador Marcelo Branco, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), foi exibido em mais de 10 festivais nacionais e internacionais. O filme retrata cenas cotidianas em que uma menina disputa a atenção do pai com o smartphone.

Além do curta, Marcelo produziu uma história em quadrinhos sobre o mesmo tema. Ele também é quadrinista, professor, escritor, e dublador.

A linguagem do curta remete justamente ao mundo os quadrinhos. É um vídeo atual, que sensibiliza para o uso excessivo de celulares e aplicativos de conversa. A temática tem contribuído para a inserção do curta em festivais de cinema de diversos países, como Austrália, Estados Unidos, Paquistão, Malta e Grécia.

Uótizap também figurou em mostras nacionais, como o Anima Multi 2015 (Festival Internacional de Animação para Internet), Cinevana Rio 2016 (RJ), FestCineAmazônia 2015 (RO), Mostra de Cinema Caratinga 2016 (MG) e Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis (SC).

O filme tem apenas um minuto de duração, mas foram necessários três meses para Marcelo Branco produzir dois mil desenhos digitais, por meio da técnica rotoscopia. O produtor faz a filmagem e a partir das imagens é feito o desenho em cima para captar a rota, o movimento do ator.

O filme de animação 2D foi produzido no projeto Programa Animare, que é realizado pela F7 Filmes e Associação Animare, uma associação de animadores da qual Marcelo Branco faz parte.

UÓTIZAP from AnimareF7 on Vimeo.

Origem do trabalho

Desde 2002, o pesquisador realiza oficinas de animação nos ensinos fundamental e médio de escolas de Uberlândia, no Triângulo Mineiro. As Oficinas F7 de Animação são realizadas pela Animare. De acordo com Marcelo Branco, a principal forma de financiamento das atividades é a Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

O curta Uótizap nasceu no contexto das oficinas. Crianças e adolescentes realizaram os primeiros desenhos que iriam sobrepor as filmagens da Praça Tubal Vilela, em Uberlândia, para compor o material.

Na oficina os estudantes fizeram cerca de 30 desenhos, uma espécie de esboço que foi aprimorado por Marcelo Branco. Segundo o pesquisador, as crianças experimentaram a técnica, mas depois ele fez a parte profissional.

Inspiração para Uótizap

Inspirado pelas pesquisas de mestrado no Programa Pós-Graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação da Faculdade de Educação da UFU (PPGCE/Faced), Marcelo Branco resolveu contar a história do curta de outras formas com caráter transmídia.

Ele publicou o material em história em quadrinhos na Social Comics, serviço de conteúdo por demanda que reúne publicações do gênero. O pesquisador juntou outras histórias sobre o mesmo tema do curta para montar o e-book.

Com informações da Assessoria de Imprensa da UFU.

 

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BH recebe maior evento científico da América Latina

qui, 15/06/2017 - 10:58

Entre os dias 16 e 22 de julho, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sedia o maior evento científico da América Latina, a 69ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O tema deste ano será “Inovação – Diversidades – Transformação”.

A expectativa é receber, no campus Pampulha, cerca de 10 mil pessoas por dia – do Brasil e do exterior – de diversas áreas do conhecimento. A programação é aberta ao público. A inscrição só é necessária para quem deseja frequentar um dos minicursos, obter o certificado de participação e o material do evento.

Escolas e estudantes

Para os jovens estudantes, há uma programação especial sendo preparada no SBPC Jovem. As inscrições estão abertas para escolas e grupos e devem ser feitas pelo formulário on-line.

Agendamentos de visitas de escolas municipais de Belo Horizonte deverão ser realizados diretamente na Secretaria Municipal de Educação, por meio do telefone (31) 3277-8870 ou pelo e-mail escola.integrada@pbh.gov.br

Minicursos

Interessados em fazer um dos minicursos deverão providenciar a inscrição na SBPC até dia 3 de julho. Informações sobre a inscrição no evento estão disponíveis no site da SBPC.

A matrícula nos minicursos está condicionada ao limite de vagas e ao pagamento de taxa extra de R$ 10,00. Cada pessoa só pode se matricular em um minicurso. A relação dos minicursos está disponível aqui. Mais informações sobre a matrícula também podem ser vistas no site.

Já os interessados em receber certificados de participação e material do evento têm prazo até as 12h do dia 10 de julho para se inscrever. Essa inscrição dá direito ao crachá, entregue no credenciamento e ao certificado on-line de participação geral.

Histórico

Realizada desde 1948, a Reunião Anual da SBPC é um importante fórum para a difusão dos avanços da ciência nas diversas áreas do conhecimento e para debates de políticas públicas para a ciência e tecnologia. A cada ano, a reunião é realizada em um estado brasileiro, sempre em universidade pública.

O evento reúne milhares de pessoas – cientistas, professores e estudantes de todos os níveis, profissionais liberais e visitantes, além de autoridades e gestores que são formuladores de políticas públicas para ciência e tecnologia no país.

 

Clique aqui e confira a programação completa do evento. Com informações da assessoria de imprensa da UFMG.

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Reunião acadêmica discute SEO para jornalistas

qua, 14/06/2017 - 12:00

É comum que as reuniões acadêmicas girem em torno de textos clássicos ou conceitos da divulgação científica. Na primeira reunião do ano, falamos sobre a pós-verdade, por exemplo. Mas, na tarde de ontem, a turma se reuniu para falar de uma questão bem prática: SEO para jornalistas.

SEO é a sigla para Search Engine Optimization, termos em inglês que se referem à otimização de sites. O objetivo é aumentar os acessos por meio de um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que um site melhore seu posicionamento nos resultados orgânicos dos mecanismos de busca, como o Google.

Destacar-se em meio a um oceano de dados e informações é realmente um desafio para a comunicação feita em ambientes digitais on-line. Para jornalistas, entender como funciona esse processo é importante, pois queremos que nossos textos sejam encontrados e lidos.

Quem comandou a discussão foi a professora, pesquisadora e jornalista Luana Cruz, que também escreve aqui no site. Ela alertou que “não precisamos ser escravos das ferramentas e dos padrões de textos no ambiente on-line, mas fazer uso moderado desses modelos, considerando nosso estilo de escrita, mas buscando melhorar a visibilidade”.

Confira o depoimento de Luana em vídeo:

O que são as reuniões acadêmicas?

Mensalmente, a equipe de jornalistas do Minas Faz Ciência se reúne para uma reunião acadêmica. O objetivo é compartilhar conhecimentos sobre divulgação da ciência, sempre pensando em oferecer o melhor conteúdo para você, leitor.

Acompanhe o Diário de Bordo e participe dos bastidores do projeto Minas Faz Ciência!

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